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Pesquisa inédita revela o que faz um interessado escolher o seu imóvel.

Uma pesquisa feita em junho deste ano pela Deloitte em parceria com o Ibope Conecta levantou as prioridades dos consumidores na hora de comprar/alugar um imóvel. Veja agora o Comportamento do consumidor de imóveis em 2040.

Existem vários fatores que podem influenciar na hora da compra e aluguel de um imóvel. Alguns itens são prioritários e essenciais. A pesquisa fez  levantamento inédito com 1.313 pessoas e revela agora o que faz alguém comprar/alugar um imóvel.

O estudo começou levantando o tipo de moradia de preferência, – sem considerar a condição financeira. Quando perguntados onde os consumidores prefeririam morar, a maioria respondeu que em 2040, deseja morar em uma casa em condomínio ou vila já que pode abrigar várias gerações de uma mesma família e oferece muito mais segurança e privacidade. Porém, quando considerada a condição financeira do indivíduo e da família, a casa em rua salta de 2% para 32% da preferência.



O item que fez a maioria optar por apartamentos e casas em condomínios foi, principalmente, a questão da segurança. Porém,  barreira para este tipo de imóvel é o preço das casas em condomínios. E no caso dos apartamentos em condomínios, o maior entrave é o tamanho que não abriga toda a família.

A preferência por casas em vila ou rua se dá pela valorização da privacidade. Por outro lado, este tipo de casa não agrada àqueles que buscam mais segurança e facilidade de manutenção.




Já sobre itens que agregam à residência, gerando mais conveniência e qualidade de vida, a pesquisa demonstrou que os itens mais valorizados por todas as gerações tem a ver com comodidade e o bem estar em geral. Por exemplo, o elemento mais importante de um imóvel para a maioria, é a suíte! Isso reforça a ideia de que as pessoas privilegiam a privacidade. Curiosamente o item que ficou em segundo lugar para todas as gerações, devido ao crescimento do uso de  equipamentos eletrônicos, foi a quantidade de tomadas no imóvel.

Se não houve grandes diferenças em relação às amenidades prioritárias entre diferentes gerações, há algumas distinções na divisão por faixa de renda. Para os respondentes com renda mensal per capita de até R$ 800, quintal, cozinha americana e ar condicionado central são mais prioritários do que a média. Na outra ponta, os participantes com renda per capita maior de R$ 3.000 por mês privilegiam que o imóvel tenha suíte, gás encanado e boa iluminação natural.





Se tratando em serviços de condomínio, ter uma piscina é o item mais desejado pelos consumidores.  A vaga de automóvel vem na sequência – um indicador de que o carro ainda é algo necessário e valorizado para os habitantes das cidades brasileiras.  A preocupação com o bem-estar também figura entre os serviços desejados pelos moradores. Academia de ginástica e área para correr foram citadas entre os principais itens de um empreendimento. E como confraternizar está no DNA do brasileiro, grande parcela não abre mão de um salão de festas e de uma churrasqueira para garantir um bom espaço para a reunião com família e amigos.

Há também os serviços mais valorizados pelos entrevistados de renda mais alta, tais como vaga de automóvel, água e gás encanado individualizados e estação de recarga de carro elétrico. Oficinas comunitárias e espaços de coworking foram os que tiveram os menores apontamentos em todas as gerações.






A conscientização em relação à sustentabilidade também terá ainda mais importância em 2040. Porém, os entrevistados admitiram que essa questão esbarra na questão do custo. E a escolha por imóvel com estrutura sustentável dependerá também do quanto estes recursos pesarão no bolso.


A segurança entorno do imóvel é o maior destaque na avaliação, extremamente determinante para a compra ou aluguel do imóvel.  Segurança e baixos índices de violência estão, respectivamente, em primeiro e segundo lugares entre as caraterísticas de infraestrutura mais importantes para a decisão de compra ou aluguel. A localização também é um fator prioritário. A proximidade do trabalho do comércio, de vias de acesso e do centro da cidade foi bastante valorizada. Entre os habitantes das grandes cidades, além da questão da segurança aparecer ainda mais forte, há uma demanda maior por proximidade a estações de trem e metrô e a ciclofaixas.



Na pesquisa realizada pela Deloitte com consumidores foi revelado também que caso tivessem acesso a uma plataforma online que disponibilizasse, de forma abrangente, indicadores sobre o imóvel e a região e oferecesse ferramentas para validar a documentação de forma transparente e segura, eles optariam por esse serviço. E caso fosse oferecida, ainda, uma redução de 5%  no valor de comissão, 50% fariam a compra totalmente pela internet – ou seja, sem a visita presencial ao imóvel, área de construção ou decorado.

Além de seguras, as plataformas para compra de imóveis serão, em 2040, mais atrativas quando apresentarem uma vantagem financeira ao comprador. Quando perguntados se abririam mão de um corretor ou consultor de imóveis em troca de uma redução de 5% no valor total do imóvel, 61% dos entrevistados responderam que sim.

Felizmente já existe esta opção para o comprador que deseja procurar online e negociar sem pagar comissão.  Na plataforma Livima, os proprietários anunciam seus imóveis nos maiores portais por um valor único, sem nenhuma comissão e ainda são auxiliados a todo momento por profissionais. 

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